Esses são projetos selecionados que desenvolvi recentemente. Eles mostram minhas habilidades, gostos e interesses – basicamente eu, em tinta e cores.
Em 2020 comecei a trabalhar com a marca de luxo francesa Dior. Criei ilustrações digitais originais para o aplicativo Dior (K)NOW, assim como para apresentações internas e treinamentos.
As ilustrações são uma maneira de comunicar o que não pode ser dito em palavras, mostrando criativamente produtos, rotinas, rituais e pequenas ações cotidianas.
Nesse projeto em andamento, já desenvolvi mais de 400 ilustrações utilizadas por milhares de funcionários da marca. Também participei de diversos eventos da marca, criando ilustrações de clientes ao vivo.
Como todos sabemos, 2020 foi um ano especialmente desafiador. Com mais tempo livre, comecei a explorar xilogravura e me apaixonei pela arte.
Criei a série chamada “Caos x Calma” pensando nesse ano. Mesmo durante tempos incertos, eu podia sempre encontrar momentos de paz ou de alegria. O caos e a calma que co-existem se transformaram nessa série, ilustrando as minhas emoções e contradições.
Esse série também serviu como um agradecimento de fim de ano para clientes especiais.
Eu sempre amei desenhar e pintar, mas me apaixonei por ilustrações enquanto morei no Japão.
Como tema, gosto de pintar mulheres e suas emoções, sempre incorporando meu outro grande interesse – estamparia – a esses desenvolvimentos. As estampas que adornam o fundo adicionam uma nova camada à história que conto no primeiro plano.
Ultimamente tenho refletido muito sobre a fragilidade e força que existem dentro de mim. Esses sentimentos são transformados em formas nossa séries chamada “Reflexos”.
Ilustrações digitais misturam animais e mulheres com cores fortes e linhas elegantes, criando uma metamorfose. Ambos os lados co-existem e se misturam em uma nova criatura, ao mesmo tempo forte e sensível.
Durante os anos, muitas artistas me inspiraram. Cada uma criou seu trajeto pessoal, às vezes parecido com o meu, outras nem tanto. Ler sobre suas vidas, suas conquistas e suas decepções sempre me motiva.
Para essa série, selecionei algumas artistas que de alguma forma me moveram. Escolhi pintá-las de forma monocromática porém usando diferentes tons, representando, assim, as diversas histórias que existem dentro delas.
Para Yayoi Kusama, do Japão, rosa foi uma escolha clara para ilustrar a sua personalidade e o seu país. Brasileira, a cor verde materializou Clarice Lispector. Já Frida Kahlo, mexicana, foi pintada em laranja.
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